Contos com valores


 

O veado insatisfeito

 

As orquídeas sagradas

 

O rapaz honesto

 

Um tesouro na vinha

 
 
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O tesouro escondido

 
 

O veado vaidoso

 

O nabo gigante

  O homem, o rapaz e o burro   O homem, o rapaz e o burro  
 

 

 

Dedico este conto FLASH ao cantor Vitorino

 

 
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  O veado florido   O nabo gigante   O homem, o rapaz e o burro   Os sete irmãos corvos  
 

 

   

 
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Conto em verso / Youtube

 
 

O nabo gigante

 

O nabo gigante

 

O nabo gigante

 

O homem, o rapaz e o burro

 
 

 

 

 

 
 

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Os alunos do prof. Aquilino

Maiato contaram esta história 

 

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Conto em verso / Youtube

 
 

A cenoura enorme

 

O pastor e o lobo

 

O pastor e o lobo

 

A galinha vermelha

 
         
     

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  A galinha vermelha (pdf)   O Vento Norte e o Sol   O Vento e o Sol   O pastor mentiroso  
         
 

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O Vento e o Sol

 

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  A galinha ruiva   O rato solidário   O tesouro na vinha   Contos da floresta  
         
             

António Serer (1)

 
                 
  A semente da verdade   A Galinha Castanha   O peixinho dourado   O peixe dourado  
         
 

A semente ... (pps)

         

JUCA

 
                 
 

 

 

A árvore generosa (pps)

 

A cidade dos automóveis

 

As três borboletas

 
         
 

 

 

JUCA

 

 

 

Flash

 
                 
 

A galinha

 

A trepadeira egoísta

  O patinho feio   As três cabras valentes  
         
 

dos ovos de ouro

 

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A andorinha e o corvo

 

 

 

A formiga e a menina

 

Solidariedade

 
         
 

 

         

Ficção / Policial

 
                 
 

NATAL - LEITURAS

 

O ninho da cotovia

 

O pastor e o lobo

 

Um caso de polícia

 
 

 

 

 

 
                 
         

A mentira que cresceu

 

O elefante e a formiga

 
 

 

 

 

O elefante gabarola é derrotado pela formiguita

 
                 
 

Mãe, posso fazer isto?

 

A cidade dos automóveis

 

A maior coisa do Mundo

 

A coelhinha diferente (pps)

 
 

 

 

 

 
                 
 

A Prima Vera (pps)

 

Pessoas coloridas (pps)

     

Leonor vai ao mercado

 
 

 

 

 

 
 

JUCA

     

Conto sobre a chegada

de um mano bebé

     
                 
 

A Ponte da Harmonia

 

O maior guarda-chuva

         
 

 

 

 

 
 

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do mundo

         

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Clássicos para colorir (centenas)   Ilustrações maravilhosas


(1): Xavar - o velho javali - escutava com crescente nitidez os latidos excitados dos cães e o vozear dos caçadores. Sabia que, fosse para onde fosse, seria inexoravelmente descoberto e abatido. E pôs-se a recordar o que fora a sua vida naquela serra onde nascera e onde sempre vivera. Era pai de várias gerações de javalis - muitos dos quais mortos por aqueles ou outros caçadores que todos os anos calcorreavam aquelas paragens, de armas em punho e sorrisos alarves, como se estivessem não a cometer actos criminosos, mas a escrever, a tiros de zagalote, um poema de amor à Mãe Natureza e às suas Criaturas. Depressa ficou cercado pelos cães que, de dentes arreganhados, procuravam, em sucessivos ataques, dilacerar-lhe a carne. Ainda tentou fugir, buscando um hipotético esconderijo onde pudesse, como que num passe de mágica, furtar-se aos ardentes pedaços de chumbo que lhe fizeram surgir por todo o corpo pequenas flores de sangue. Turvou-se-lhe a vista e tombou sobre um tapete de giestas e urzes. Depois, respirou fundo e exalou o último suspiro, pacificamente, indiferente ao encarniçamento dos cães e aos dichotes dos caçadores. Com a morte de Xavar, os pássaros silenciaram o seu canto e toda a natureza envolvente se ensimesmou, como que expressando ao javali brutalmente assassinado o seu profundo pesar.

Jovem Leitor: Se pensas - quando chegares à idade adulta - dedicar-te a essa prática abominável a que muitos chamam desporto, pára para pensar. Será que os animais silvestres foram tão amorosamente criados por Deus para exercitarmos, à sua custa, os nossos piores instintos? Ou tê-los-á criado para enriquecer o planeta que habitamos e tornar ainda mais grandiosa esta saga magnífica que é o contínuo Acto da Criação? Devemos ser sempre pela Vida. E, se quisermos caçar - se sentirmos em nós esse apelo atávico proveniente de um tempo em que éramos selvagens -, façamo-lo usando, em vez das mortíferas armas, máquinas fotográficas, e guardemos não as pobres carcaças dos animais mortos, mas as suas imagens plenas de vitalidade e de incomparável beleza. Que assim seja.

(AUTOR: António Serer. CLICA AQUI, para conheceres este magnífico autor)

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